Professores do Urbano Pedral
Este blog são para os educadores antenados no que estar acontecendo com a educação em nosso Pais,Estado e Município.
domingo, 3 de março de 2013
Postagem de atividades para trabalhar a prova Brasil
Caros leitores ,a partir deste mês estarei postando sugestões de atividades que poderá ser utilizadas em sala de aula .
Agradeço desde de já as visitas .
Professores do Urbano Pedral
Professores do Urbano Pedral
PNAIC oferece curso aos professores e material didático
Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa
A proposta é que os cursos de formação sejam ministrados aos sábados e o Governo pretende pagar um valor de, aproximadamente, R$ 150,00 por mês. Vale lembrar que este valor ainda não foi fechado, podendo sofrer alterações. O curso seria ministrado por dois anos e teria início em fevereiro.
O MEC espera que 315 mil professores participem do curso, que possui uma parceria com várias universidades. Além do curso e da bolsa dada aos docentes, será distribuído um material didático específico para a alfabetização dos alunos.
De acordo com a Organização Não Governamental Todos pela Educação (ONG Todos pela Educação), as crianças com idade próxima aos 8 anos, o que corresponde à terceira série do ensino fundamental, não aprenderam o suficiente em português e matemática no ano de 2011. Essa informação revela uma porcentagem de que 44% dos alunos não aprenderam português e 57% não aprenderam matemática como deveriam.
O curso pretende reverter essa situação e, para verificar os resultados do projeto, os alunos que em 2014 tiverem por volta de 8 anos participarão de uma prova nacional. Com essa prova ficará mais fácil analisar os pontos fortes e fracos do curso de formação e, também, as melhorias que devem ser feitas na educação básica.
Vagas
No início de 2007 eram apenas 4.016 matriculados. Em 2012 já são 56.604 estudantes e trabalhadores beneficiados.
A Rede de Educação Profissional da Bahia tem a meta de chegar a 84 mil vagas em 2014.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Governador Jaques Wagner destaca expansão da Rede Estadual de Educação Profissional da Bahia durante seminário em Pernambuco
A formação de mão de obra foi um dos assuntos que o governador Jaques Wagner destacou durante o seminário ‘Nordeste–Como Enfrentar as Dores do Crescimento’, promovido nesta segunda-feira (25) pela revista Carta Capital, no Recife (PE). Segundo o governador, para dar suporte ao crescimento social e econômico registrado no Brasil, nos últimos anos, o Governo da Bahia está investindo, entre outros segmentos, na formação de mão de obra.
“É preciso esforço fundamental gigantesco, estimulando o ensino médio profissionalizante. A Bahia saiu de 4,5 mil, em 2007, para 60 mil matrículas no ensino médio profissionalizante. Ao longo destes anos, cerca de 15 mil pessoas se formaram no ensino médio profissionalizante. Para isto, fizemos muitas parcerias com organizações sociais e empresas. Precisamos acelerar esta qualificação da mão de obra para aumentar, inclusive, a produtividade”, afirmou o governador.
Segundo ele, nos últimos dez anos, “uma das interrogações que começa a aparecer é a falta de crescimento da produtividade. Não é somente questão de qualificação profissional, mas um problema que deve ser revisitado pelas próprias empresas”.
“É preciso esforço fundamental gigantesco, estimulando o ensino médio profissionalizante. A Bahia saiu de 4,5 mil, em 2007, para 60 mil matrículas no ensino médio profissionalizante. Ao longo destes anos, cerca de 15 mil pessoas se formaram no ensino médio profissionalizante. Para isto, fizemos muitas parcerias com organizações sociais e empresas. Precisamos acelerar esta qualificação da mão de obra para aumentar, inclusive, a produtividade”, afirmou o governador.
Segundo ele, nos últimos dez anos, “uma das interrogações que começa a aparecer é a falta de crescimento da produtividade. Não é somente questão de qualificação profissional, mas um problema que deve ser revisitado pelas próprias empresas”.
Infraestrutura
O governador também falou sobre a importância dos investimentos em infraestrutura como uma das formas para amenizar “as dores e desafios do crescimento”. Segundo ele, este é outro aspecto que está sendo priorizado pelo Governo do Estado. Wagner disse que as três maiores ferrovias em construção no país estão localizadas no Nordeste.
“Vou falar pela Ferrovia [de Integração] Oeste-Leste, fundamental para a nossa infraestrutura logística. A presidenta Dilma garantiu também, para Belo Horizonte, Salvador e Recife, outra linha de infraestrutura no seu programa de ferrovias. E nós vamos ter um braço deste programa, que vai ligar Salvador a Feira de Santana e à Transnordestina, em Pernambuco”, afirmou o governador. Ele também defendeu a parceria público-privada para a melhora da infraestrutura portuária.
Segundo Wagner, para o andamento desses investimentos é necessário que seja aperfeiçoada a forma de fiscalização. “A gente tem que ter equilíbrio. Não se pode travar toda hora uma obra, a exemplo da Ferrovia Oeste Leste. Após dez ou 11 meses de discussão, chega-se à conclusão de que a obra deve continuar como estava. O custo deste tempo parado é de R$ 80 milhões, que serão repassados para o Estado. É preciso achar o ponto de equilíbrio entre a necessária transparência e a necessária celeridade para os investimentos em infraestrutura”.
“Vou falar pela Ferrovia [de Integração] Oeste-Leste, fundamental para a nossa infraestrutura logística. A presidenta Dilma garantiu também, para Belo Horizonte, Salvador e Recife, outra linha de infraestrutura no seu programa de ferrovias. E nós vamos ter um braço deste programa, que vai ligar Salvador a Feira de Santana e à Transnordestina, em Pernambuco”, afirmou o governador. Ele também defendeu a parceria público-privada para a melhora da infraestrutura portuária.
Segundo Wagner, para o andamento desses investimentos é necessário que seja aperfeiçoada a forma de fiscalização. “A gente tem que ter equilíbrio. Não se pode travar toda hora uma obra, a exemplo da Ferrovia Oeste Leste. Após dez ou 11 meses de discussão, chega-se à conclusão de que a obra deve continuar como estava. O custo deste tempo parado é de R$ 80 milhões, que serão repassados para o Estado. É preciso achar o ponto de equilíbrio entre a necessária transparência e a necessária celeridade para os investimentos em infraestrutura”.Segurança Pública
A chegada do desenvolvimento trouxe reflexos na área da segurança pública, de acordo com Wagner. “As drogas são responsáveis por 75% dos homicídios na Bahia. Aumentaram o mercado consumidor e o poder aquisitivo, alcançando inclusive este mercado indesejado”. Segundo ele, o Governo do Estado está obtendo êxito no combate à violência, com o programa Pacto pela Vida. “Em janeiro deste ano, houve redução significativa dos crimes contra a vida na Região Metropolitana de Salvador [RMS] e em Feira de Santana”.
Durante o evento, o governador também defendeu a união dos estados nordestinos para o crescimento da região. “É preciso acabar com a competição nordestina e ter um ambiente de parceria e de compromisso com o Nordeste. Pensar o Nordeste como um todo é fundamental para que cada estado possa crescer”.
Ele disse ainda que o Brasil vem passando por um crescimento que não era esperado. “As dores do crescimento são as dores de um país que não imaginava crescer tão rápido. Agora, temos que tomar cuidado para não retroceder”. Segundo Wagner, o maior entrave para o desenvolvimento do Brasil ainda é o tamanho da desigualdade social. “Vamos acabar de trazer os últimos 2,5 milhões para a renda mínima de R$ 70, mas isto é apenas o começo. Somos uma democracia muito jovem e estamos no mais longo período de estabilidade democrática no Brasil, desde que viramos República”.
Durante o evento, o governador também defendeu a união dos estados nordestinos para o crescimento da região. “É preciso acabar com a competição nordestina e ter um ambiente de parceria e de compromisso com o Nordeste. Pensar o Nordeste como um todo é fundamental para que cada estado possa crescer”.
Ele disse ainda que o Brasil vem passando por um crescimento que não era esperado. “As dores do crescimento são as dores de um país que não imaginava crescer tão rápido. Agora, temos que tomar cuidado para não retroceder”. Segundo Wagner, o maior entrave para o desenvolvimento do Brasil ainda é o tamanho da desigualdade social. “Vamos acabar de trazer os últimos 2,5 milhões para a renda mínima de R$ 70, mas isto é apenas o começo. Somos uma democracia muito jovem e estamos no mais longo período de estabilidade democrática no Brasil, desde que viramos República”.
Brasil sem Miséria
Ele ressaltou que a Bahia tem 14 milhões de baianos, vivendo em 417 municípios, 60% deles no semiárido. No foco do programa Brasil Sem Miséria, de 15 milhões de brasileiros, 5,6 milhões estão no Nordeste, dos quais 2,4 milhões na Bahia. “Éramos um estado com 2,15 milhões de analfabetos. Já alfabetizamos um milhão de baianos”.
Para o governador, “não podemos deixar este foco retroceder, porque o foco no social, nos programas de distribuição de renda, de transferência de renda, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada, é um valor nosso, como é o combate à inflação. É a nossa responsabilidade social na questão das desigualdades. É o resgate da cidadania brasileira combinada com a nossa pujança”.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
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26/02/2013 07h00- Atualizado em 26/02/2013 07h00
Jovem com câncer no cérebro é aprovado na USP em Ribeirão Preto.
Alexandre Mendes, de 21 anos, começou a cursar informática biomédica.
Rapaz chegou a perder movimento das pernas e a abandonar estudos.
Rodolfo TiengoDo G1 Ribeirão e Franca
As marcas dessas vitórias ele ostenta com orgulho. Os cabelos raspados e a abreviação do curso em sua testa foram por causa do ‘trote’ que amigos, parentes e colegas lhe deram em comemoração à sua aprovação na Fuvest para o curso que ele começou nesta segunda-feira (25). Já a cicatriz de 17 centímetros na parte de trás da cabeça, bem mais dolorosa, veio de uma biópsia, um dos vários procedimentos médicos que ele tem combatido desde que descobriu o tumor, em julho de 2010.
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A cicatriz foi necessária para que o ribeirão-pretano e sua família confirmassem a suspeita de neoplasia até então manifestada por sintomas como problemas de visão e perdas de movimentos nos membros. Uma piora de estado que começou em 2004 com o que parecia uma simples tontura, enquanto Alexandre jogava tênis, e que se agravou para uma espécie de tetraplegia temporária que, em 1º de dezembro de 2010, no dia de seu aniversário, fez com que ele tivesse que ser carregado pelo pai para prestigiar a festa que seus amigos haviam preparado em sua casa.“O momento bem crítico foi bem no meu aniversário. Eu tinha feito quimioterapia uma semana antes. Eu não tinha força para levantar copo e minha fala estava abafada, só minha mãe me entendia, eu ficava com raiva, não conseguia comer sozinho”, lembra.
A ideia de cursar uma universidade só voltaria a parecer possível para Alexandre no começo de 2012, depois que ele superou tratamentos de quimioterapia e de radioterapia, que aos poucos melhoraram sua saúde e lhe devolveram autonomia para coisas básicas como tomar banho e caminhar. Mesmo com limitações e com uma prescrição mensal de corticoides, nesse período ele retomou as aulas do cursinho pré-vestibular, decisão que pouco tempo depois resultou na aprovação na USP de Ribeirão. “As pessoas falam que sou herói, mas não acho que sou tudo isso. Eu soube lidar com a situação. Houve dias que foram péssimos, mas na maioria deles eu conseguia conviver com aquilo.”
Para o pai de Alexandre, o dentista Luiz Antônio Monteiro, de 63 anos, a história de superação é um aprendizado para toda a família. “Ele é um exemplo de garra, de amor à vida. Ele sempre confiou que o milagre poderia acontecer, mas acho que esse milagre já aconteceu, ele está aqui comigo hoje”, disse.
Após uma trajetória marcada por diferentes tratamentos, dores, enjoos, falta de ar, entre outros transtornos, Alexandre ainda não está curado do câncer, mas vive dias melhores e de esperança. O ingresso na USP trouxe um novo respiro para a luta pessoal do ribeirão-pretano, que recentemente iniciou um novo tratamento de quimioterapia que deve se estender por pelo menos um ano e meio. “É muito cedo para falar. Agora estou estável, mas curado não. De vez em quando ainda faço ressonância de controle para ver o controle do tumor. (...) Vou continuar fazendo quimioterapia até melhorar”, diz.
Quando indagado sobre o próprio futuro, Alexandre prefere se preocupar com coisas práticas que farão diferença em sua nova rotina universitária. “Outra preocupação é de como andar lá dentro da USP, que é muito grande. Talvez eu precise usar cadeira de rodas na transição dos blocos das salas de aula.”
Reunião
HOJE AS 9;00H DA MANHÃ HAVERÁ UMA REUNIÃO COM OS PAIS ,SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E PROFESSORES PARA DISCUTIR QUE DIA HAVERÁ AULA NA ESCOLA DR. URBANO PEDRAL SAMPAIO DEVIDO A REFORMA AINDA NÃO ESTÁ CONCLUÍDA.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Religião : como abordar o tema nas escolas públicas sem ferir crenças?
Ensino religioso está presente na história do Brasil desde a época da colonização, mas o assunto divide opiniões de professores, pais e alunos
A sabedoria popular diz que alguns assuntos não devem ser discutidos, e religião está nesse rol. Em um país com dimensões continentais como o Brasil, que não tem religião oficial e onde o sincretismo impera há séculos, abordar o tema nas salas de aula não é tarefa fácil. Muitos acreditam que a instituição de ensino não é o lugar mais apropriado para falar de Deus, justamente para respeitar a crença particular de cada criança e família, mas há quem defenda a prática, pois a disciplina seria importante para a formação dos alunos. Para a professora Ana Paula Miranda, do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), o ensino religioso não é um problema, e sim a forma como ele é colocado em prática.
(Foto: Divulgação)
“Trabalhei em uma escola que tinha ensino religioso, mas os pais de uma aluna eram budistas, e não queriam que a menina assistisse às aulas, que eram de cunho católico. A escola se recusou a dispensá-la da classe e eu comprei a briga da família. Na hora da aula, a criança ficava comigo. Com isso, angariei inimizades na instituição. Na minha opinião, a obrigatoriedade do ensino religioso está ligada a grupos políticos, que querem constituir princípios cristãos, o que fere a laicidade do Brasil”, ressalta.
A relação entre ensino religioso e escolas públicas remonta à época dos jesuítas, que fundaram em 1549 em Salvador o Colégio da Companhia de Jesus, a primeira de uma série de escolas públicas e gratuitas espalhadas pelo Brasil. Com o advento da República, definiu-se a separação entre Igreja e Estado. De lá para cá, o ensino religioso passou a ser considerado facultativo em todas as constituições e na Lei de Diretrizes e Bases (LDB). Em 2009, o Congresso Nacional aprovou o Acordo Brasil-Santa Sé, assinado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2008, criando o novo dispositivo: “o ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de Ensino Fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, em conformidade com a Constituição e as outras leis vigentes, sem qualquer forma de discriminação”. Para o professor Raimundo Nonato Coelho, coordenador da Pastoral da Educação na Arquidiocese do Rio de Janeiro, não existe privilégio para o ensino religioso católico.
(Foto: Divulgação)
“A maioria da população brasileira ainda é católica, e isso se reflete na sala de aula. A escola só repercute o que acontece na sociedade. A lei diz que a educação deve ser integral e a dimensão religiosa faz parte da integralidade do ser humano”, defende.
Mas, o que pensam os próprios alunos sobre as aulas de religião? João Francisco Leão de Aquino Silveira, 17 anos, estudante do Colégio Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Cap-UFRJ), não concordo com o ensino religioso do jeito que é proposto. “Não tenho aula de religião e, se tivesse, eu não assistiria. Acho mais interessante um ensino mais cultural, que mostrasse a cultura brasileira em sua diversidade”, diz o aluno, que é ateu.
Já Allana Rodrigues Vieira, 16 anos, evangélica e aluna da Escola Técnica Oscar Tenório, no bairro de Marechal Hermes, Rio de Janeiro, acredita que o ensino religioso não é necessário. “Acho que as aulas de filosofia e sociologia já nos esclarecem sobre o assunto. O líder da igreja conversa bastante conosco a respeito do tema”, explica.
Mas, o que pensam os próprios alunos sobre as aulas de religião? João Francisco Leão de Aquino Silveira, 17 anos, estudante do Colégio Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Cap-UFRJ), não concordo com o ensino religioso do jeito que é proposto. “Não tenho aula de religião e, se tivesse, eu não assistiria. Acho mais interessante um ensino mais cultural, que mostrasse a cultura brasileira em sua diversidade”, diz o aluno, que é ateu.
Já Allana Rodrigues Vieira, 16 anos, evangélica e aluna da Escola Técnica Oscar Tenório, no bairro de Marechal Hermes, Rio de Janeiro, acredita que o ensino religioso não é necessário. “Acho que as aulas de filosofia e sociologia já nos esclarecem sobre o assunto. O líder da igreja conversa bastante conosco a respeito do tema”, explica.
Larissa Santos Ferreira, 16 anos, e também estudante da Escola Técnica Oscar Tenório, conta que já sofreu preconceito por ser mórmon. “As pessoas têm dificuldade para lidar com o que o é diferente, por isso acho que o ensino religioso poderia ajudar na medida em que aumenta o esclarecimento. Mas a religião não pode ser tratada de um ponto de vista só”, ressalta.
Raquel Cascais de Albuquerque, madrasta de Thalles Alves Carvalho dos Santos, 15 anos, aluno da Escola Municipal Rivadávio Correa, no Rio, conta que o enteado é candomblecista e não tem aulas de religião no colégio, mas que o tema é recorrente entre os alunos. “Entendemos que se falassem de todas as religiões, seria importante para diminuir o preconceito, mas acho que a escola não vai conseguir fazer isso, cada professor vai puxar para seu lado”, completa.
Raquel Cascais de Albuquerque, madrasta de Thalles Alves Carvalho dos Santos, 15 anos, aluno da Escola Municipal Rivadávio Correa, no Rio, conta que o enteado é candomblecista e não tem aulas de religião no colégio, mas que o tema é recorrente entre os alunos. “Entendemos que se falassem de todas as religiões, seria importante para diminuir o preconceito, mas acho que a escola não vai conseguir fazer isso, cada professor vai puxar para seu lado”, completa.
ESCOLA DR. URBANO PEDRAL SAMPAIO
A Escola Dr. Urbano Pedral Sampaio é considerada a melhor escola da Bahia de acordo ao IDEB,e nós professores da escola sentimos orgulhos por participar, de mais está conquista .
Reportagem: Profª Manoelita
Reportagem: Profª Manoelita
MEC decide limitar criação de cursos de direito
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